Universidades estaduais ganham destaque em ranking internacional

As universidades estaduais de Maringá (UEM), Londrina (UEL), Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Centro-Oeste (Unicentro) estão bem posicionadas entre as universidades da América Latina e, também, entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil, segundo o QS Latin America University Rankings 2022, da consultoria britânica Quacquarelli Symonds, divulgado nesta quarta-feira (25).

O ranking avaliou 416 instituições da América Latina com base em critérios como reputação acadêmica, reputação entre empregadores, proporção docente/estudante, quantidade de professores doutores, rede de pesquisa internacional, citações de artigos científicos, publicações de docentes e impacto online.

Na classificação geral, a UEM se mantém em 96ª e a UEL ocupa a posição 104ª entre as universidades da América Latina. A UEM também conquistou a posição de segunda melhor universidade paranaense, seguida pela UEL, em terceiro. A avaliação posicionou a UEPG na 131ª posição, a Unioeste na faixa de 171ª a 180ª e a Unicentro na faixa de 201ª a 250ª.

BRASIL – O QS Latin America University Rankings 2021 representa uma das comparações independentes mais amplas do ensino superior. No total foram avaliadas 95 universidades brasileiras. Na classificação nacional, a UEM e a UEL ficaram entre as 30 melhores instituições, ocupando a 23ª e 27ª colocação, respectivamente. A UEPG está entre as 40 melhores, seguida pela Unioeste em 53ª e a Unicentro em 67ª posição.

Entre os critérios de classificação, as universidades estaduais se destacaram nos indicadores de proporção de professor por estudante, professores com doutorado, quantidade de artigos por professor, citações de artigos científicos, rede internacional de pesquisa e alcance na internet.

FOMENTO – O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, destaca a importância do fomento ao ensino e à pesquisa, realizado pelo governo estadual. “Esses resultados demonstram o trabalho de excelência das instituições conciliado ao apoio e investimentos do Governo em áreas estratégicas e na estrutura universitária estadual”, afirmou.

Para o vice-reitor da UEM, Ricardo Dias Silva, os investimentos nas universidades estimulam o desenvolvimento do Paraná. “Os números e conquistas nas últimas avaliações demonstram que estamos no caminho correto, mantendo a qualidade de ensino e pesquisa no âmbito nacional e internacional. Com isso, ajudamos o Estado a ser cada vez mais desenvolvido.”

The post Universidades estaduais ganham destaque em ranking internacional appeared first on Busão Curitiba.

por redação Busão

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MEC divulga resultado da lista de espera do Prouni 2021

O Ministério da Educação divulgou hoje (20) o resultado da lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) relativo ao segundo semestre de 2021. Os selecionados no programa podem receber bolsas de 50% ou 100% em instituições de ensino superior particular de todo o país. O resultado está no site do programa na internet.

A próxima etapa para os candidatos pré-selecionados é a comprovação das informações prestadas, por meio da apresentação de documentação exigida, o que deverá ser feito a partir da próxima segunda-feira (23). Os candidatos devem ficar atentos porque esse prazo termina na sexta-feira (27).

No segundo semestre de 2021, o programa oferece 134.329 bolsas de estudo – 69.482 integrais e 64.847 parciais – em mais de 10 mil cursos de quase mil instituições particulares de ensino superior.

Critérios

Para obter uma bolsa integral, o interessado precisa comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. No caso de bolsas parciais (50%), é preciso comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa da família, de até três salários mínimos.

Saúde edita resolução e escolas do Paraná podem receber mais alunos por sala de aula

A estiagem severa que atinge o Paraná, aliada ao clima seco característico da estação e a vegetação ressecada por causa das geadas acendem um alerta no Estado para a ocorrência de incêndios florestais, com risco muito alto em todas as regiões. Somente no último fim de semana, o Corpo de Bombeiros do Paraná registrou 268 ocorrências do tipo no Estado, inclusive com uma vítima, em Toledo, com ferimentos graves.

Os casos, que chegaram a reduzir no Paraná nos primeiros quatro meses do ano, voltaram com tudo com a chegada do inverno. Em julho, foram 1.505 focos de queimadas, 125% a mais que no mesmo mês do ano passado, quando 669 ocorrências foram confirmadas. Os focos mais do que dobraram nos primeiros dias de agosto, com 674 registros entre os dias 1º e 8 de agosto, contra 329 no mesmo período de 2020.

A estiagem severa que atinge o Paraná, aliada ao clima seco característico da estação e a vegetação ressecada por causa das geadas acendem um alerta no Estado para a ocorrência de incêndios florestais, com risco muito alto em todas as regiões.Foto:Gilson Abreu/AEN

A orientação do Corpo de Bombeiros é que o cidadão contate imediatamente a Central de Operações, via 193, caso presencie alguma situação de incêndio ambiental. Os cuidados nesta época devem ser redobrados porque o fogo descontrolado pode se alastrar rapidamente, causando danos irreversíveis à fauna e à flora.

“Não orientamos que as pessoas tentem apagar sozinha o fogo, pois é muito perigoso atuar em um incêndio sem treinamento. Quem avistar ou presenciar uma ocorrência, deve em contato com o 193”, explica a porta-voz do Corpo de Bombeiros do Paraná, tenente Ana Paula Bagge Alves Latuf. “Também é importante que as pessoas mantenham seus terrenos limpos. Como a vegetação está seca devido à estiagem, a tendência é que o fogo se alastre de forma mais fácil e rápida”.

CAUSAS 

Além das condições climáticas ou naturais, uma parcela significativa dos incêndios é causada pela ação humana, com as queimadas irregulares de vegetação e de lixo, bitucas de cigarro lançadas no mato, fogueiras e balões soltos irregularmente.

No Paraná, a infração administrativa e a multa para os responsáveis por provocar um incêndio ambiental variam de acordo com o tamanho da área atingida. O valor mínimo é de R$ 5 mil, mas pode chegar a R$ 50 milhões, dependendo de quantos hectares foram afetados pelo fogo e os danos causados na fauna e na flora da região.

A estiagem severa que atinge o Paraná, aliada ao clima seco característico da estação e a vegetação ressecada por causa das geadas acendem um alerta no Estado para a ocorrência de incêndios florestais, com risco muito alto em todas as regiões.Foto:Gilson Abreu/AEN

A soltura de balões também é proibida no Estado, já que a queda do artefato pode causar acidentes, com incêndios que podem atingir não somente a vegetação como também alguma residência.

A Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) proibe, no Art. 42, “fabricação, venda, transporte ou soltura de balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano, sob pena de detenção de um a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente”.

por redação Busão